Chá de alfazema combate enxaqueca, cólicas e problemas digestivos

Sabe aquela dor de cabeça lancinante que chega para tirar nossa rotina e paciência do lugar? Pois é, o chá de alfazema pode ajudar a minimizar o problema. É uma bebida calmante que serve também como bactericida e muito mais. Veja no post de hoje!

A alfazema, chamada ainda de lavanda ou lavândula, é uma planta medicinal que pode ser aproveitada na forma de chá usando suas flores secas ou sachês, além de óleo essencial.

Seu nome oficial é Lavandula angustifolia, uma espécie com propriedades analgésicas, antiespasmódicas e antidepressivas muito fácil de encontrar em farmácias de manipulação, feiras, mercados e lojas de produtos naturais.

Diversos problemas podem ser tratados com auxílio da lavanda, como você pode notar. Eles incluem: gota, flatulência, náuseas, congestão linfática, tosse, dores reumáticas, ansiedade, menstruação irregular, acne, cistite, alergia a picadas de insetos, falta de apetite e má digestão.

Chá de alfazema

A planta é frequentemente encontrada em formulações de produtos destinados à limpeza e higiene, assim como naqueles itens indicados para reduzir tensão nervosa, insônia, contusões, artrite, dores musculares e ferimentos leves.

Como preparar a infusão de alfazema

  1. Coloque em uma xícara de chá 1 colher (sobremesa) de flores secas de alfazema
  2. Acrescente água fervente, cubra e deixe amornar até encontrar o ponto ideal para beber
  3. Coe e tome o chá de lavanda 2 ou 3 vezes por dia

É importante reforçar: a alfazema não deve ser fervida junto com a água, para que possa preservar seus benefícios.

A infusão de alfazema em excesso pode causar sonolência, pois altas doses da bebida costumam deprimir o sistema nervoso central.

Pessoas com úlcera devem evitar o chá de alfazema, que também é capaz de provocar irritação no estômago.
Consulte seu médico antes de iniciar o tratamento com remédios naturais para verificar contraindicações, efeitos adversos, interações medicamentosas e outros fatores.

Só ele pode prescrever e acompanhar as melhores maneiras de combater doenças, de acordo o histórico e condições de saúde de cada paciente.

História da alfazema e seus usos…

A alfazema é típica de locais mais quentes do Mediterrâneo, mas é encontrada em diversas partes do mundo devidamente aclimatada.

É um arbusto de pequeno porte, com lindas flores no tom azul violeta e aroma penetrante. Não é à toa que faz tanto sucesso na aromaterapia, medicina alternativa e cosmética, sendo as flores da planta a parte mais utilizada.

Seu uso não é recente. Desde a antiguidade, há relatos de aplicação da planta em tratamentos variados.

Os gregos batizaram a lavanda de nardus, inspirados por Naarda, cidade síria à beira do rio Eufrates.

A sensação de frescor e limpeza que a planta proporciona fez dela o complemento perfeito para o banho de gregos e romanos. Aliás, o nome da planta vem do latim, lavar. A fragrância de alfazema é associada à tranquilidade e à pureza.

Até na culinária a lavanda pode ser empregada. Ela serve para dar sabor e aroma a saladas, geleias, sorvetes e molhos, entre outros alimentos, além de vinhos e vinagres.

Diz-se que durante a Peste Negra, que abateu grande parte da população da Europa no séc. XIV, a doença não atingiu os fabricantes de luva de Grasse porque eles aplicavam alfazema para perfumar o couro. Resultado: muita gente na época criou o hábito de ter sempre lavanda nas bolsas por via das dúvidas.

Já nas duas Grandes Guerras, a alfazema serviu para limpar ferimentos.

De uns tempos para cá, o óleo de lavanda vem sendo testado em bandagens cirúrgicas.

Em português, alfazema é também lavanda. Em inglês, lavender; lanvande, e lavande vraie em francês. Em alemão, lavendel. Não importa a língua, lavanda é versátil, útil em diversas aplicações. Um chá de lavanda cai bem a qualquer momento. Por que não agora?

Aproveite! E até breve…

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